O webinar “A arte de documentar: uma escolha reflexiva” da Educação Infantil da Rede de Ensino ocorreu, na tarde desta sexta-feira (27/11), com a participação da secretária da Educação, Dalila Saldanha, e a primeira dama de Fortaleza, Carol Bezerra. A programação celebrou o lançamento do ‘Documento Projeto Ateliê: uma tessitura protagonizada pela triangulação família, escola e criança’, que é um marco para a Rede de Ensino, pois registra a continuidade dessa política que deve se perpetuar na Educação de Fortaleza.

“Fortaleza foi protagonista na elaboração do plano de ação para a Primeira Infância. Por mais de dois anos fomos a capital com maior abertura de vagas e isso só é possível quando se acredita que a Primeira Infância é o caminho para investirmos, acreditando que a educação é meio de transformação para nossa sociedade”, considera a secretária Dalila Saldanha.

A primeira dama, Carol Bezerra, ressalta a importância do momento para a Educação de Fortaleza. "Eu fico muito orgulhosa de Fortaleza está na vanguarda das ideias. Nós temos uma educação de qualidade e que, atrelada ao nosso currículo, as crianças vão longe. Elas vão se desenvolver, ser mais criativas, aprender a ter mais personalidade e saber escolher o que elas querem", pontuou.

A coordenadora da Educação Infantil, Simone Calandrine, reforça que o projeto Ateliê fortalece o currículo da Educação Infantil na garantia dos direito de todas as crianças. “Esse trabalho tem se fortalecido porque cada professor, coordenador e assistente acredita na proposta e luta diariamente na garantia dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento de todas as crianças. E também em uma escola pública de qualidade com equidade para todos. Nós somos a voz das crianças e lutamos para a permanência dos direitos delas", comenta.

Palestra

A palestrante Maria Alice Proença, doutora em Educação e Currículo (PUC/SP), falou sobre “A arte de documentar: uma escolha reflexiva”. A educadora comentou que o projeto Ateliê ilustra a importância do registro para a memória. "Para documentar precisamos fazer escolhas: o que queremos documentar e para quem. É importante para dar visibilidade ao trabalho e identidade à escola, além de também possibilitar o estudo de processos vividos. É uma forma também de manter a memória do caminho percorrido", explica Maria.